CANÇÕES E ÁRIAS DE ÓPERA

O PROGRAMA

O programa do Bravíssimo apresenta lindo recital de vozes e piano, com as mais conhecidas árias de ópera, dos grandes compositores deste gênero musical.

A ópera você ama ou não a conhece. Se você conhecê-la, começará a amá-la!

A ópera é o encontro de todas as artes! Nela está a literatura, a dança, a pintura, o figurino, a história, a poesia, o canto, a música orquestral!

A ópera é como o teatro. Conta uma história, só que esta história é contada com canto, através de vozes especiais! São exigidos muitos anos de estudos para que um cantor ou cantora estejam preparados para atuar numa ópera. Num teatro de ópera não é permitido o uso de microfones ou amplificadores, por isso é preciso que os cantores tenham grande volume na voz e perfeito controle das técnicas de respiração e emissão vocal.

O primeiro caminho para se entrar no universo fantástico da ópera é através das árias. A ária, na ópera, é o momento no qual a personagem se dirige ao público e canta, em forma de canção, seus sentimentos, apresenta sua personalidade, exprime sua alegria ou sua tristeza. Normalmente, uma ópera conterá muitas árias e geralmente são as partes mais populares dela.

Desde 1607, quando da estreia da primeira ópera L’Orfeo, do compositor Monteverdi, até os dias de hoje, são compostas óperas, perpassando pelos períodos musicais da evolução da história da música.

 PROGRAMA | AGOSTO 2019

Canção do poeta do século XVIII (1948)

Lascia ch’io pianga – Rinaldo, da Ópera Rinaldo (1711)

Un’ aura amorosa – Ferrando, da Ópera Cosi Fan Tutte (1790)

Una voce poco fa – Rosina, da Ópera Il barbiere di Siviglia (1816)

En fermant les yeux – des Grieux, da Ópera Manon (1884)

Dueto das flores – Lakme e Mallika, da Ópera Lakme (1883)

Mon coeur s’ouvre a` ta voix – Dalila, da Ópera Sanc¸a~o e Dalila (1877)

Quando nasceste tu – Américo, da Ópera Ló schiavo (1889)

Habanera – Carmen, da Ópera Carmen (1875)

Cenas da Ópera La bohème (1896) – Che gelida manina, Si mi chiamano Mimi, dueto Soave fanciulla, Mimi e Rodolfo

Dueto Belle nuit (barcarola), da Ópera Os contos de Hoffman (1881)

Dueto Parigi o cara – Violeta e Alfredo da Ópera La Traviata (1852)

Mio babbino caro – Lauretta da Ópera Gianni Schicchi (1918)

La donna è mobile – Duque de Mantua, da

Ópera Rigoletto (1851)

Dueto Il bríndisi – Violeta, Alfredo e Flora da Ópera La Traviata (1852)

COMPOSITORES

MONTEVERDI
(1567-1643)
HÄNDEL
(1685-1759)
VIVALDI
(1678-1741)
MOZART
(1756-1791)
BELLINI
(1801-1835)
ROSSINI
(1792-1868)
DONIZETTI
(1797-1848)
VERDI
(1813-1901)
WAGNER
(1813-1883)
CARLOS GOMES
(1836-1896)
PUCCINI
(1858-1924)
LEONCAVALLO
(1857-1919)
MASCAGNI
(1863-1945)
RICHARD STRAUSS
(1864-1949)

QUEM FAZ

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RENATO CORDEIRO

TENOR
O Tenor Renato Cordeiro é Curitibano, começa a estudar canto com o tenor Curitibano João Cardoso, se transfere para Inglaterra onde se forma Bacharel e Mestre em Música/performance-canto lírico pelo TrinityLaban Conservatório. Participa de inúmeras masterclasses incluindo com Sarah Walker - UK , Luciano Di Pasquale - Italia, Robert Tear – UK, Ubaldo Fabbri - Itália, Carlos Aransay – Peru. Estreia na Inglaterra em varias produções incluindo, Royal Opera House Covent Garden. Na Inglaterra e Itália debuta nas Óperas de G. Donizetti: Don Pasquale - Ernesto, Nemorino em L'Elisir D 'Amore, Edgardo em Lucia di Lamermoor, Lord Percy em Anna Bolena, e também nos papéis de Rodolfo em La Boheme de Puccini, Alfredo em La Traviata- Verdi, Conde D' Almaviva, Barbeiro de Sevilha-Rossini e Duque de Mantua em Rigoletto-Verdi. Na Itália faz parte do grupo de Opera Villa InCanto sob a direção do maestro Riccardo Serenelli fazendo parte das temporadas de ópera de 2012 até o momento. Renato também se interessa pelo repertório de câmera tendo feito concertos de canções brasileiras em Londres e Itália. Atualmente estuda com o Tenor Raul Gimene em Barcelona.

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JEFERSON MELLO

PIANO
O pianista Jeferson Mello estudou piano com Noel Nascimento, com o qual viria a diplomar-se na Escola de Música e Belas Artes do Paraná. Posteriormente, estudou com os pianistas Gilberto Tinetti e Elsa Guevara. Em 2005, após receber uma Bolsa de Estudos do Governo Italiano, frequentou o Curso de Mestrado em Acompanhamento, nos conservatórios de Adria e Vicenza. Ali, concluiu o Curso na classe do pianista Riccardo Mascia, Setembro de 2009. Na sua estadia na Itália, estudou ainda com importantes nomes do piano, como Livio Cade, Federica Righini e Riccardo Zadra. Atuou junto às orquestras sinfônicas da Escola de Música e Belas Artes do Paraná e com a Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, realizando um concerto na prestigiosa Sala São Paulo, na qual foi intérprete do terceiro concerto para piano e orquestra de L.V.Beethoven. Em Janeiro de 2009, ganhou o terceiro prémio no concurso para pianistas acompanhadores no Teatro San Carlino de Brescia. Na Espanha, estudou na classe de piano de Alexander Vitlin assistente do maestro Daniel Barenboim na Academia de Estudos Orquestrais da Fundação Barenboim-Said em Sevilha. Entre 2014 e 2018, foi diretor da VillaVox Academia de Música na cidade de Curitiba-Brasil, atuando seja como professor de piano, correpetidor e também produtor musical tendo realizado inúmeros eventos e ações culturais na cidade e fora. Atualmente é professor titular de piano nas Academias de Música de Portimão e Conservatório de Música de Lagoa em Portugal.

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RENATA BUENO

SOPRANO
Renata Ribeiro Bueno, Soprano Nascida em Curitiba, Paraná, estudou Canto no Conservatório de Música e Belas-Artes do Paraná. Aperfeiçoou seus estudos com o Maestro Alessandro Sangiorgi e com as cantoras Rosana Lamoso, Neydi Thomas, Luciana Melamedi, entre outras. Foi agraciada com o Prêmio Especial Revelação, no 8º Concurso Brasileiro de Canto Maria Callas. Atuou como solista nas óperas “Rigoletto”, de Giuseppe Verdi e “L'enfant et le Sortilèges”, de Maurice Ravel, interpretando o Pagem e Bergère. Estreou a ópera “Le Nozze di Fígaro” em 2012 interpretando Suzanna, no Festival de Teatro de Curitiba. Em 2014, atuou como Nella, na ópera “Gianni Schicchi”, de Puccini. Já em 2015 foi solista no papel de Salomé, na Opereta Marumby do paranaense Benedito Nicolau dos Santos. Ao longo de 2016 participou do Concurso Prelúdio, na TV Cultura, mostrando seu talento em rede nacional. No mesmo ano, realizou Concerto ao lado do compositor, violonista e Maestro Jaime Zenamon, no 25º Internationale Gitarrenfestival, em Kühlungsborn/Alemanha. Atuou como João na ópera "Hunsel und Gretel", no Teatro Guaíra, em Curitiba (2017). E em 2018, alçou voos na sua primeira competição internacional em Trujillo, Peru.

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SABRINA BISCH

MEZZO-SOPRANO
Sabrina Bisch é natural do RS. Iniciou seus estudos na Orquestra de Violões da Biblioteca Pública de Pelotas aos 16 anos. Cantou nos Coros do CEFET/RS e UFPel, de 1997 a 1999. De 2002 a 2006 dedicou-se à projetos de música popular em Curitiba e entre 2008/2010 em Natal/RN. De volta à Curitiba, estudou teoria com Adriana Chiarelli (Arcádia). Em 2015 ingressou no Superior em Canto da EMBAP/UNESPAR. Integrando os Coros da Ópera “A Bela e Fiel Ariadne” de Conradi em 2014 e 2015 (LAMUSA/UFPR); da Ópera “L'Elisir d'Amore” de Donizetti, apresentações no Teatro Guairinha e Capela Santa Maria, em 2015; e o Coro de freiras da Ópera “Suor Angelica” de Puccini, realizada pela Opera Orchestra Curytiba, na Ópera de Arame. Em 2016, foi aprovada na audição para integrar o naipe de Alto do Coro da Ópera Orchestra Curytiba e também para coralista suplente na Camerata Antiqua de Curitiba. Em 2016 representou o personagem Cherubino na ópera "As Bodas de Fígaro" de Mozart (Embap), no Teatro da UFPR e no Paço da Liberdade. Final de 2016 e em 2017 participou da ópera "A Flauta Mágica" de Mozart, interpretando a 3ª Dama, no Teatro Guaíra e Capela Santa Maria, juntamente com a OSEMBAP. Em 2017 preparou a personagem “Carmen” de Bizet e realizou apresentações com a OVEMBAP. Em março de 2018, realizou Concertos pelo interior do PR com a Orquestra "Ladies Ensemble". Em dezembro, foi aprovada na seleção para a Oficina de Atores/Cantores para a Opereta inédita “Janaína, não seja boba” do Diretor de Teatro Roberto Innocente. Atualmente, é formanda no Curso de Canto Lírico e prepara o personagem Orfeo de Gluck, ao lado do professor Thiago Plaça Teixeira e Maestro Emanuel Martinez. Em agosto de 2019, participará de mais uma turnê pelo interior do estado, cantando árias e duetos consagrados do gênero operístico.

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LIANA JUSTUS

CURADORA
Há 25 anos formando novas plateias em música clássica! Mestre em História pela Universidade Federal do Paraná; Especialista em História da Música pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná; Licenciada em Educação Musical; Curso Superior de Piano; Palestrante e Pesquisadora; Membro da Academia de Cultura de Curitiba; Membro do Centro Feminino de Cultura; Coautora de 11 livros publicados sobre música, dois deles finalistas do Prêmio Jabuti de 2008 e 2011. www.lianajustus.com.br

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